Relatório da everis Brasil sobre pegada de carbono em 2019 reforça compromisso com responsabilidade ambiental
quinta-feira, 10 Dezembro, 2020

Consultoria de negócios e TI emitiu 760,93 tCO2e em suas operações nacionais, em função do uso de equipamentos de ar-condicionado, consumo energético e viagens de negócios áreas e terrestres

A everis Brasil, consultoria de negócios e TI do Grupo NTT Data, apresenta seu relatório referente à “Pegada de carbono corporativa do ano fiscal de 2019”, que consiste em um inventário sobre suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e visa reforçar sua responsabilidade ambiental junto aos stakeholders e à sociedade. Seu objetivo é conhecer e avaliar as emissões de GEE da empresa no ano fiscal de 2019, no último ano fiscal (de 1/4/2019 a 31/3/2020), a fim de estabelecer uma metodologia que permita comparação anual e avaliação das oportunidades de redução de sua pegada de carbono. Conheça a íntegra: https://everisconnectamericas.com/wp-content/uploads/2020/12/Memoria-HC-everis-Brasil-FY2019_PT.pdf.

“Hoje, a sociedade em geral, e nossos clientes em especial, estão cada vez mais preocupados com responsabilidade ambiental. Com esse levantamento de dados, podemos incentivar a participação dos colaboradores em programas voluntários de GEE e tomar outras providências importantes para reduzir nossa pegada, de modo a atender às exigências do mercado e nos alinharmos cada vez mais a um forte compromisso em relação à qualidade e a responsabilidade socioambiental”, explica Ricardo Neves, CEO da everis Brasil.

O relatório Pegada de Carbono ou Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) teve as emissões de gases GEE calculados de acordo com as exigências da Norma UNE-ISO 14064-1, que estabelece os limites de emissão das organizações, e considera os seis gases de efeito incluídos no Protocolo de Kyoto: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hidrofluorcarbonos (HFC), perfluorocarbonos (PFC) e hexafluoreto de enxofre (SF6). A metodologia para o cálculo da pegada de carbono foi baseada na aplicação da fórmula: pegada de carbono = dados da atividade x fatores de emissão.

A classificação das fontes de emissão de GEE foi realizada de acordo com especificações ISO 14064-1 da seguinte forma: 1) diretas de cada uma das instalações da everis Brasil, considerando, por exemplo, os gases refrigerantes de equipamentos de ar condicionado próprios; 2) indiretas provenientes da geração de energia elétrica consumida nos centros sobre os quais a consultoria tem controle operacional e que são consequências das atividades da empresa, mas que ocorrem a partir de fontes externas, como emissões associadas a viagens de negócios utilizando transporte aéreo, veículos particulares, táxi, aplicativos de transporte, entre outras.

A everis Brasil emitiu no total 760,93 tCO2e, sendo 65,29 tCO2e proveniente de gases refrigerantes, 76,65 tCO2e da geração de energia consumida nas unidades operacionais e 618,99 tCO2e de viagens de negócios por meio de transporte aéreo e terrestre. “Nossa emissão de GEE direta foi pequena 9%, mas a indireta foi de 91%, sendo que 81% foi derivada de viagens corporativas dos colaboradores. A emissão por colaborador foi de 0,30 tCO2e, um número 52% inferior à média dos colaboradores de outros países. Nossos índices são bons se considerarmos que representam apenas 4,45% das emissões globais da everis, mas sempre podemos melhorar e vamos trabalhar para isso, baseados na meta que estabelecemos para o futuro”, afirma Neves.

O Relatório Pegada de Carbono Corporativa originou estratégias e planos voltados para a redução de emissões a fim de atingir diretrizes específicas de ação. Entre as ações previstas estão:

  1. 1. Em relação aos equipamentos de refrigeração, implementar critérios de sustentabilidade na avaliação dos sistemas de climatização de possíveis futuras sedes, substituir os equipamentos atuais por novos que usem outros gases mais favoráveis ao meio ambiente e melhorar sua gestão e manutenção.
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  3. 2. Para reduzir o consumo de energia, a everis implementará a Norma ISO 50.0001 a fim de propiciar a melhoria contínua da eficiência e segurança energética no uso e consumo com uma abordagem sistemática, visando reduzir custos e emissões de GEE. Simultaneamente, trocará gradativamente os fornecedores energia elétrica por outros que ofereçam fontes renováveis, ao incluir critérios de compra sustentável nas seleções e adotar boas práticas no controle das faturas, com o intuito de prever uma série de dados e tendências no consumo. Além disso, conscientizar as pessoas sobre a necessidade de uso eficiente de energia; otimizar horários de iluminação em função das presenças nos escritórios e projetos que estão em andamento.
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  5. 3. Melhorar a gestão das reuniões corporativas externas, com a realização de campanhas corporativas de conscientização sobre o impacto que os deslocamentos aéreos produzem na pegada de carbono total da empresa e motivar o uso de trens; oferecer aos colaboradores uma série de opções viáveis, como videoconferências, comunicação digital e chamadas telefônicas, entre outras, para diminuir o uso de táxis, aplicativos de transporte terrestre e carro particulares.
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“Nesse ano fiscal, nós certamente diminuiremos nossa pegada de carbono em consequências das medidas que tomamos para viabilizar o trabalho remoto da grande maioria de nossos colaboradores. Mas, além das ações propostas pelo relatório, vamos procurar outras medidas que possam reduzir nossas emissões, como a melhor gestão de nossos recursos humanos, que poderão trabalhar mais remotamente ou em hubs, otimização do uso dos espaços individuais e comuns em cada escritório”, completa Neves.